terça-feira, 19 de julho de 2011

Android 3.2 para Tablets

O líder tech  do Android SDK, Xavier Ducrohet, anunciou que a plataforma do SO Android 3.2 foi liberado. Os desenvolvedores fizeram o SDK correspondente (Software Development Kit), incluindo um emulador, disponível para download. Tal como os seus antecessores da série 3, o sistema operacional que é principalmente desenvolvido pelo Google, foi otimizado para PCs tablet.

Entre as melhorias listadas por Ducrohet, tanto para desenvolvedores e usuários, há um modo de compatibilidade new screen para aplicações de redimensionamento, que foi programado para resoluções de tela pequena, o que se destina a melhorar a aparência das aplicações do smartphone, que anteriormente poderiam ser ampliadas somente com sucesso limitado em tablet PCs.

Créditos: Under Linux

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Android: Ataques de Variante de Trojan Bancário ZeuS

Vários fornecedores de AV, relataram que, após a segmentação Symbian, BlackBerry e dispositivos Windows Mobile, uma variante do trojan bancário ZeuS agora também infecta smartphones  Android e vai carregar qualquer TANs que chegam via mensagem de texto a um servidor. Se eles tem o controle de vítimas que usam PCs, bem como seus smartphones, os criminosos são capazes de contornar o sistema móvel TAN e fazer transações fraudulentas das contas de suas vítimas.

De acordo com a Kaspersky, a variante chamada Zeus-in-the Mobile (ZitMo) é mais simples do que a versão para Symbian, que apareceu em setembro de 2010, seguido da variante do Windows. ZitMo para Android não exige o certificado digital e é injetado através de download manual que vem de uma extensão de segurança de uma suposta empresa chamada Trusteer. Uma vez instalado, o trojan se disfarça como um aplicativo online banking em atividade.
Créditos: Under Linux

Barrelfish, o sistema operacional livre da Microsoft

A Microsoft Research e a System Groups at ETH Zurich lançaram a última versão do seu sistema operacional de pesquisa, Barrelfish, sob uma licença MIT e o colocaram em um repositório Mercurial para acesso público. Barrelfish é um sistema operacional experimental que foi desenvolvido para ser executado em sistemas com CPUs heterogêneas, como computadores que operam com uma mescla de processadores x86 e ARM, ou um chip com uma diversidade de núcleos especializados. Atualmente o sistema opera em um hardware com processadores múltiplos x86-64 e ARM, o microprocessador de pesquisa de 48 núcleos da Intel (o Single-chip Cloud Computer) e BeeHive, um computador de múltiplos núcleos construído com FPGAs.
O Barrelfish foi desenvolvido para operar independentemente do hardware. Cada processador executa sua própria instância do sistema operacional e mantêm sua própria cópia do estado geral do sistema (sistemas tradicionais compartilham as informações de seu estado em memória compartilhada, o que leva a alguns problemas como caching e locking). Cada instância do sistema operacional comunica suas mudanças de estado para as outras usando mensagens que atualizam as outras instâncias e mantêm o sistema em sincronia.
Um artigo de 2009, "O Multikernel: Uma nova arquitetura de sistemas operacionais para sistemas de múltiplos núcleos escalonáveis" ("The Multikernel: A new OS architecture for scalable multicore systems"), discute com mais detalhes as motivações e princípios por trás do Barrelfish. De acordo com esclarecimentos dos pesquisadores, o Barrelfish "ainda carece da maioria dos recursos de um sistema operacional para torná-lo usável por qualquer um além de pesquisadores de sistemas medindo seu desempenho," apesar disso, o site Barrelfish.org afirma que está operando em um servidor com Barrelfish.
O código-fonte do Barrelfish está disponível em seu próprio repositório Mercurial sob uma licença MIT.

Créditos: Linux Magazine

PuTTY com Suporte à Autenticação SSH-2

PuTTY e o seu desenvolvedor Simon Tatham, anunciou o lançamento da versão 0.61 do seu cliente Telnet e SSH multi-plataforma e open source. A mais recente versão vem mais de quatro anos após PuTTY 0.60. Tatham diz que o projeto tem recebido "bastante emails" com perguntas sobre o PuTTY", se ele ainda estava em desenvolvimento, e, ocasionalmente, perguntando se os desenvolvedores estavam bem e ainda em absoluta atividade. Em face disso, ele pede desculpas pela longa espera até o lançamento desta mais nova versão.

PuTTY 0.61 vem com suporte para autenticação SSH-2 usando GSSAP, OpenSSH AES criptografia privada de arquivos chave na PuTTYgen e o método de compressão zlib@openssh.com SSH-2 . Outras mudanças incluem criptografia e otimizações de controle de fluxo. A mais nova versão de PuTTY 0.61 está disponível para download para Windows e plataforma Unix a partir do site do projeto.

Créditos: Under Linux

Oracle Corrige 78 Vulnerabilidades

A Oracle  anunciou que planeja fechar um total de 78 vulnerabilidades de segurança como parte de seu dia próximo patch day. A empresa diz que seu próximo Critical Patch Update, planejado para terça-feira 19 de Julho, vai afetar "centenas de produtos da Oracle".

A companhia traz as vulnerabilidades no Secure Backup, Fusion Middleware e Sun Products Suite que no sistema Common Vulnerability Scoring (CVSS) alcançaram a pontuação 10.0, sendo o mais elevado nível de gravidade dessa escala.

No seu anúncio de pré-lançamento, a empresa diz que os usuários são aconselhados a instalar os patches assim que eles estiverem disponíveis por causa de ameaça através de um ataque bem-sucedido". "Executive Summaries" (Resumos Executivos) das vulnerabilidades podem ser encontradas nos alertas de segurança.

Mais informações em:
http://www.h-online.com/security/new...s-1279960.html

Créditos: Under Linux

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Internet aberta no Afeganistão é feita com lixo

FabFi
        A cidade afegã de Jalalabad possui uma rede de Internet de alta velocidade cujos principais componentes foram construídos de entulho e lixo locais. O dinheiro da comunidade local, aliado à um empréstimo da National Science Foundation, está ajudando a criar o projeto piloto FabFi.
        A tecnologia usada para criar esse rede parece ter saído de um episódio de MacGuyver. Roteadores de larga escala são montados com refletores caseiros de radiofrequência cobertos com um tela metálica. Outro roteador-refletor é montado à alguma distância do primeiro e os dois dispositivos criam então uma rede ad-hoc entre si, que pode prover acesso à Internet para toda uma rede de refletores dentro do seu alcance. Como o número de refletores que podem ser integrados à rede é virtualmente ilimitado, a FabFi já atende toda a cidade de Jalalabad.
      Os refletores para acesso à rede sem fio podem ser feitos com madeira, metal, plástico, pedra, barro, ou qualquer outro produto disponível que possa ser preso à tela metálica. O FabFi também projetou seus dispositivos para funcionar com a força de uma bateria de automóvel, o que significa que a rede pode operar fora da rede elétrica, se necessário. Uma vez estabelecidos os pontos de acesso, as pessoas podem se conectar à Internet a uma velocidade de 11,5 Mbps. A rede consegue operar com eficiência sob condições meteorológicas difíceis e obstáculos entre os refletores.
      Os residentes podem construir um nó FabFi com o equivalente a 100 reais em materiais de uso comum, como tábuas, fios, tubulação plástica e latas que vão servir a uma comunidade inteira. Talvez parece ficção científica, mas o sucesso da implantação desse projeto pode efetivamente marcar o início da conexão de regiões do mundo que ainda não possuem Internet. Em Jalalabad, essa Internet está servindo para auxiliar os negócios locais e melhorar a infraestrutura de serviços de educação e saúde para a comunidade.
      O FabFi é um projeto em código aberto desenvolvido pelo FabLab do MIT, seus protocolos e drivers foram desenvolvidos para serem usados sobre o sistema operacional Linux.

Créditos: Linux Magazine

terça-feira, 7 de junho de 2011

Hardware de vigilância em vídeo para Linux

A Bluecherry, empresa especializada em vigilância de vídeo baseada em Linux, lançou na semana passada a série BC-H de placas PCIe para codificação de vídeo, para compressão H.264 por hardware de múltiplas entradas.

Voltadas para soluções de vigilância, as placas permitem a gravação em tempo real de 4, 8 ou 16 entradas de vídeo em resolução de 352x240, ou a gravação em até 150FPS em resolução 704x480. O hardware ainda suporta 16 entradas de áudio, além de uma saída para monitor, que age como um multiplexador, um seletor entre as diferentes entradas, para exibir o vídeo das 16 entradas em uma TV através de vídeo composto. Cada entrada pode ainda codificar dois fluxos de vídeo H.264 e um fluxo de MJPEG simultaneamente. As placas também possuem tecnologia de detecção de movimento embarcadas.

O interessante do lançamento é o driver que acompanha a placa, que está licenciado sob a GNU-GPL (GNU General Public License). O driver foi desenvolvido pela própria Bluecherry e é totalmente compatível com o módulo Video4Linux2 e com o ALSA, através dele os aplicativos dentro do espaço de usuário podem acessar todas as funcionalidades da placa. Ao contrário do que é habitual nesse hardware, a placa não possui firmware, dependendo completamente do driver aberto para se integrar ao sistema.

O driver em GPL, que está disponível para download no github, oferece ainda uma novidade tecnológica para o sistema Linux, sua implementação de codificação de vídeo em tempo real traz para o universo do código aberto avanços nessa área, ainda incipiente.

Crétidos: Linux Magazine