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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Desativação de Auditoria de Banco de Dados Oracle

Durante a Hactivity Conference deste ano, realizada em Budapeste, Hungria, o especialista em segurança László Tóth apresentou um método que é considerado permissivo para que atacantes desabilitem as funções de auditoria e recursos de autenticação, em todas as versões de bases de dados Oracle.

Para conseguir o intuito, o especialista em segurança usou o utilitário oradebug, que faz parte de cada instalação do Oracle. O recurso de auditoria é projetado para assegurar que as ações de banco de dados são documentadas de forma confiável, que permite que qualquer alteração seja traçada.

O utilitário oradebug tem comandos como poke, uma instrução que foi utilizado para alterar o conteúdo da memória em BASIC. Tóth disse que o comando pode ser usado para desativar a auditoria para os usuários do sistema, como SYSDBA e SYSOPER. O especialista explicou que o único pré-requisito é que o atacante deve ser capaz de executar oradebug - isto pode ser conseguido através do privilégio SYSDBA que, como Tóth também demonstrou em sua apresentação, podem ser facilmente obtido por qualquer administrador de banco de dados.

Para desativar o recurso de auditoria, um atacante pode usar uma instrução SQL simples, para recuperar o endereço de memória de uma variável do sistema interno da table X$KSMFSV. Este endereço é então colocado em zero:


SQL> oradebug poke 0×60031bb0 1 0
BEFORE: [060031BB0, 060031BB4) = 00000001
AFTER: [060031BB0, 060031BB4) = 00000000

Alexander Kornbrust, especialista em segurança da Oracle, pensa que produtos como o Oracle Audit Vault, que são baseados em funções de auditoria de banco de dados e, de acordo com a própria literatura da Oracle, mesmo os log das ações dos usuários privilegiados, são, portanto, "praticamente inúteis". Aparentemente, um usuário SYSDBA / SYSOPER pode temporariamente desativar o sistema de auditoria, realizar algumas operações, e então, reativar a função.

Mais informações em:
Créditos: Under Linux

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Profissionais de Segurança de TI Opinam Negativamente Sobre Hacktivistas

Segundo os resultados de uma pesquisa realizada com mais de 200 entrevistados durante a conferência Black Hat EUA 2011, em Las Vegas, Nevada, os hacktivistas são classificados de forma negativa pelos profissionais que atuam na área de segurança de TI, sendo considerados exatamente como "vilões". Dentro desse contexto, surgiu a pergunta se "hacktivistas" como os pertencentes aos grupos Anonymous e LulzSec, seriam heróis ou vilões, e somente 36% dos entrevistados os considerou como heróis.

Muitos profissionais da área de segurança disseram que estão empenhados ao máximo em reduzir os riscos para o setor, ressaltando os mais recentes ataques ocorridos e liderados pelo Anonymous e LulzSec.

Na sequência, a pergunta foi se neste ano de 2011, as ocorrências que prevalecem são de violações à sistemas e software  ou se houve maior cobertura em relação às ações maliciosas. Metade do grupo se manifestou em relação aos crescentes ataques que ocorreram, ou seja, o número de violações superou as soluções de prevenção e proteção, implantadas nos ambientes de segurança. O restante acha que houve cobertura suficiente por parte das organizações.

Créditos: Under Linux

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Hackers to Hackers Conference: Chamadas para Trabalho

A Conferência Hackers to Hackers (H2HC), que será realizada em São Paulo entre os dias 29 e 30 de outubro de 2011, já iniciou a sua chamada para trabalhos. Esta oitava edição do evento contará com a participação de palestrantes nacionais e internacionais. O idioma das apresentações será em Português ou Inglês, com tradução simultânea para cada um. Lembrando que o comitê do H2HC dará preferência para apresentações com demonstrações práticas. A organização tenta oferecer todos os equipamentos necessários para realizar a apresentação, caso o autor ou palestrante não tenha essa condição. Sem limitações, estão incluídos os seguintes e importantes tópicos:

Testes de Penetração, Seguranças em Aplicações Web, Técnicas de Desenvolvimento de Exploits, Engenharia Reversa, Fuzzing  e Testes de Segurança de Aplicações, Rootkits, Criptografia, Análises de worms, vírus, trojans, malware e afins, Segurança em Telecomunicações e Phone Phreaking, entre outros pontos importantes ligados à área da segurança da informação.

Para os que tiverem interesse em enviar propostas de trabalho, o prazo vai até o dia 25 de setembro. Informações adicionais podem ser encontradas na página do H2HC. 

Mais informações em:

Créditos: Under Linux

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Falha no IE permite roubo de senhas

Um pesquisador de segurança na computação encontrou um defeito no navegador Internet Explorer, da Microsoft, que segundo ele poderia permitir que hackers roubassem senhas de acesso ao Facebook, Twitter e outros sites. Ele definiu a técnica como “sequestro de cookies”.

“Qualquer site. Qualquer cookie. O limite está em sua imaginação”, disse Rosario Valotta, um pesquisador independente de segurança na Internet que trabalha na Itália. Hackers poderiam explorar a falha para ganhar acesso arquivos armazenados pelo navegador e conhecidos como “cookies”, alguns dos quais contém os nomes de usuário e senhas para uma determinada conta na Web, afirmou Valotta em mensagem de email. Quando o hacker captura um cookie, pode usá-lo para ganhar acesso ao mesmo site, disse Valotta, que definiu a técnica como “sequestro de cookies”. A vulnerabilidade afeta todas as versões do Internet Explorer, incluindo o IE 9, e todas as versões do sistema operacional Windows. Para explorar a falha, o hacker precisa persuadir a vítima a arrastar um objeto pela tela do computador, antes que o cookie possa ser sequestrado. A tarefa parece difícil, mas Valotta disse que conseguiu realizá-la com certa facilidade. Ele criou um quebra-cabeças no Facebook que desafiava os usuários a “despir” a foto de uma mulher atraente.

Coloquei o jogo no Facebook e em menos de três dias meu servidor recebeu mais de 80 cookies, disse. “E só tenho 150 amigos em minha lista.” A Microsoft afirmou que não existe grande risco de um hacker obter sucesso com uma trama de sequestro de cookies. “Dado o nível de interação requerido do usuário, a questão não é vista por nós como de alto risco”, disse Jerry Bryant, porta-voz da companhia. “Para que seja afetado, um usuário precisaria visitar um site suspeito, ser convencido a arrastar itens pela página e o atacante teria de ter por alvo o coookie de um site ao qual o usuário estivesse conectado naquele momento”, disse Bryant.

Créditos: Estadão.com.br

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Pentest: BackTrack 5 Lançado

O BackTrack e sua equipe de desenvolvimento anunciou a disponibilidade de seu BackTrack 5, a sua distribuição Linux com foco em segurança, enquanto foi descartada um ataque de negação de serviço (DoS) em seu servidor Web  no dia anterior. Segundo os desenvolvedores, o mais recente lançamento "foi construído a partir do zero, e possui diversas melhorias importantes sobre todos os lançamentos anteriores".

BackTrack oferece mais de 300 ferramentas de teste de penetração, com a intenção de permitir que usuários e administradores possam testar a segurança de ítens importantes, que vão desde aplicações Web para sistemas de RFID. As ferramentas incluem LAN e WLAN sniffers, crackers de senhas, scanners de vulnerabilidade e explorar o Metasploit Framework.

Além disso, BackTrack 5 (BT5), de codinome "Revolution", é baseado na mais recente Long Term Support (LTS) do Ubuntu, a versão 10.04 "Lucid Lynx", e usa o kernel 2.6.38 do Linux, apresentando todos os ajustes necessários. Pela primeira vez, uma imagem ARM está sendo fornecida. Até agora, os desenvolvedores têm realizado testes em um smartphone 4G Atrix da Motorola e um tablet Motorola Xoom.

Nos fóruns, os desenvolvedores afirmam ter deixado o suporte para todas as versões do BackTrack 4. Detalhes sobre a nova versão pode ser encontrados no Fórum BackTrack 5 e em um post no blog BackTrack Linux.

Mais informações em BackTrack 5:
http://www.backtrack-linux.org/backt...ack-5-release/

Créditos: under-linux.org

terça-feira, 3 de maio de 2011

The Hacker's Choice: Atualização do Hydra para 6.3

A ferramenta de quebra de logins  Hydra, foi atualizada para a versão 6.3. Entre as novidades que este lançamento traz, estão um novo módulo Oracle (para base de dados via OCI, para TNS Listener passwd, para enumeração SID), um novo módulo SMTP de enumeração de usuário, utilizando o comando VRFY, EXPN ou RCPT, além de ter sido feita uma correção de vazamento de memória na opção -x bruteforcing.

Houve também correção para o módulo SVN, pois algumas versões requerem uma biblioteca a mais, correção do módulo SSH, que poderia perder uma credencial caso houvesse rejeição de conexão, ajustes no módulo HTTP-form, onde ocorria um problema de redirecionamento. Além disso, a versão traz melhor detecção do GTK (para não precisar compilar o xhydra quando sem que haja necessidade).

Hydra é uma potente ferramenta de quebra de senhas utilizando sistemas de brute-force, que suporta vários protocolos, como telnet, ftp, http, https, smp, rsh, imap, icq, entre outros. O seu principal objetivo é testar se é possível ganhar acesso remoto não-autorizado à sistemas na rede. A versão 6.3 já está liberada para download.

Saiba mais:
THC-Hydra 6.3: http://www.pentestit.com/2011/05/01/...-thchydra-v63/

Créditos: Under-Linux.Org

domingo, 1 de maio de 2011

Ferramenta para Quebra de Senhas "John The Ripper" Traz Versão 1.7.7

Ferramenta caracterizada pela gratuidade e por ser de código aberto para fins não comerciais, John The Ripper em sua versão 1.7.7 está disponível para variações de Unix, Windows, DOS, BeOS e OpenVMS. A ferramenta destina-se à detectar senhas Unix de relevância fraca. Além de vários tipos de hashes crypt(3) de senhas Unix, ela oferece suporte aos hashes LM do Windows, e muitos outros com patches específicos.

Compondo as alterações realizadas na nova versão, estão a adição de suporte aos conjuntos de instruções de processamento Intel AVX e AMD XOP para bitslice DES, formato "dummy" agora é suportado, senhas de texto-puro codificadas em hexadecimal e prefixadas com $dummy$, para realizar testes mais rápidos e customização de listas de palavras, conjuntos de regras, arquivos .chr, etc. Os hashes de senhas do Apache $apr1$, baseados em MD5, agora são suportados junto com os hashes crypt(3) MD5 do FreeBSD, os quais já eram suportados. Esses 2 tipos de hashes podem ser carregados para tentativas de quebra simultanemente.

Além disso, houve alguns ajustes em relação à bugs de menor importância e implementação de melhorias. Os códigos-fonte do John The Ripper 1.7.7 estão disponíveis para download  assim como os arquivos binários prontos para a versão Windows da ferramenta, que podem ser baixados via PentestIT.

Créditos: Under-Linux.Org

sábado, 30 de abril de 2011

Pentest: Beta para Live Hacking DVD v1.3

Live Hacking DVD  v1.3 agora traz uma versão beta, com novas e avançadas ferramentas, estando agora disponível para download. Para os que não o conhecem, trata-se de uma excelente distribuição Linux repleta de ferramentas e utilitários para executar técnicas de hacking ético, testes de penetração e verificação de contramedidas. Com bases no popular Ubuntu, este LiveCD  é executado diretamente a partir do DVD e não requer instalação em seu disco rígido.

Uma vez iniciado, você pode utilizar as ferramentas para testar, verificar, "hackear" eticamente e realizar testes de penetração em sua própria rede, para se certificar de que há segurança contra invasores externos.

Saiba mais em:
Live Hacking DVD v1.3 Beta: http://www.pentestit.com/2011/04/29/...-dvd-v13-beta/

Créditos: http://under-linux.org